• Frankenstein por Mary Shelley

Frankenstein por Mary Shelley

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INFORMAÇÕES

Capa Dura.

MARCA: Medo Clássico
ANO DE PUBLICAÇÃO: 2017
ISBN: 9788594540188
TRADUZIDO POR: Márcia Xavier de Brito


O CLÁSSICO ESTÁ VIVO!
A obra-prima de Mary Shelley merece.
Seu livro de estreia é um marco do romance gótico, verdadeiro ícone do terror e influência fundamental para o surgimento da ficção científica.
A criatura de Frankenstein é considerada o primeiro mito dos tempos modernos. Para compor sua bem-sucedida experiência literária, Shelley costurou influências diversas, que vão do livro do Gênesis a Paraíso Perdido, da Grécia Antiga ao Iluminismo.
O resultado é uma daquelas histórias eternas, maiores do que a vida.

Leitura obrigatória em países de língua inglesa, FRANKENSTEIN é muitas décadas anterior à obra de Poe, Bram Stoker ou H.G. Wells, e vem sendo publicado ininterruptamente desde 1818.

Pouco menos de dois anos antes, a criatura nascia numa noite de tempestade à beira do lago Genebra.
No verão de 1816, Mary e um grupo de escritores ingleses — seu marido, Percy Shelly, o poeta Lord Byron e John William Polidori — dividiam uma casa na villa Diodatti, na Suíça.
Entusiasmados pela leitura de uma edição francesa de Fantasmagoriana — coletânea de histórias sobre aparições, espectros, sonhos e fantasmas —, os quatro aceitaram o desafio de escrever um conto de terror cada.

Mary concebeu a origem de FRANKENSTEIN. E curiosamente, Polidori escreveu o que viria a ser O Vampiro, romance que serviria de inspiração para Drácula, de Bram Stoker.

A história de Victor Frankenstein seria reinterpretada incontáveis vezes.
Ainda no século XIX, era levada com sucesso ao teatro.

A primeira aparição no cinema data de 1910, mas foi em 1931 que Boris Karloff deu um rosto definitivo à criatura no imaginário popular.
O livro de Shelley, assim como o filme de Karloff, serviria de inspiração para a imaginação de artistas como Tim Burton, Clive Barker, Wes Craven, Mel Brooks, Alice Cooper, Roger Corman.

As referências estão em todas as partes: nos monstros da Universal Studios e da Hammer Films, na comédia musical de horror The Rocky Horror Picture Show, em filmes como Reanimator, inspirado no conto de H.P. Lovecraft, em álbuns como Yellow Submarine, no universo das HQs da Marvel e da DC Comics, em games como Castlevania, e em séries e desenhos clássicos como A Família Addams e Scooby-Doo. A lista é interminável. São tantas versões que é quase impossível não estar familiarizado com a história: Victor é um cientista que dedica a juventude e a saúde para descobrir como reanimar tecidos mortos e gerar vida artificialmente. O resultado de sua experiência, um monstro que o próprio Frankenstein considera uma aberração, ganha consciência, vontade, desejo, medo. Criador e criatura se enfrentam: são opostos e, de certa forma, iguais. Humanos! Eis a força descomunal de um grande texto.
Mas quando foi a última vez que você teve a chance de entrar em contato com a narrativa original desse que é um dos romances mais influentes dos últimos dois séculos?

FRANKENSTEIN, OU O PROMETEU MODERNO é um dos primeiros lançamentos da coleção Medo Clássico — ao lado do volume de contos do mestre Edgar Allan Poe — no início de 2017.
A qualidade do livro é impecável, para cientista maluco nenhum colocar defeito.
Capa dura, novas traduções, ilustrações feitas por Pedro Franz, artista visual e autor de quadrinhos reconhecido internacionalmente.
O livro é impresso em duas cores: preto e sangue.

Além de Shelley, Edgar Allan Poe, Bram Stoker e H.P. Lovecraft também farão parte do coleção Medo Clássico, sempre com ilustradores convidados e tradutores que respiram e conhecem profundamente as obras originais.
O verdadeiro monstro está dentro de nós.
Reencontre FRANKENSTEIN de um jeito que só a primeira editora brasileira inteiramente dedicada ao terror e à fantasia poderia lançar.


Sobre o Autor:

Mary Shelley nasceu em Somers Town, em Londres, no dia 30 de agosto de 1797.
Tinha apenas 19 anos quando começou a escrever Frankenstein, marco do terror e da ficção científica. Shelley era filha de ninguém menos que Mary Wollstonecraft, autora do primeiro tratado feminista da história — A Reivindicação dos Direitos da Mulher (1792) —, e do filósofo William Godwin.

Mary Shelley estudou filosofia e ciências, além de ser defensora do amor livre — 150 anos antes de Woodstock. Além de Frankenstein, escreveu romances como Mathilda (1820), O Último Homem (1826) e Lodore (1835), e editou parte da obra do marido, o poeta Percy Shelley.
Faleceu em Chester Square, Londres, no dia 1 de fevereiro de 1851, vítima de um tumor cerebral.


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